Quinta-feira, 5 de Março de 2009

Unidos Venceremos

edição peixebanana

 

 

“Candidato-me a Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo assumindo o compromisso de melhorar as condições socioeconómicas das populações de Aguiar, Alcáçovas e Viana do Alentejo, colocando o nosso concelho no lugar a que tem direito.
Assumo com seriedade colocar toda a minha competência e dedicação ao serviço das populações, ouvindo as pessoas e com a sua participação, levar o nosso concelho a crescer e a desenvolver-se.
Sei que se trata de uma tarefa difícil, tendo em conta a situação actual em que o nosso Concelho se encontra, no entanto não nos pouparemos a esforços para ultrapassar todos os obstáculos.
UNIDOS VAMOS CONSEGUIR!”
Bernardino António Bengalinha Pinto
 
 
bengalinha CONVITE por você.
 
 
CINE TEATRO VIANENSE - 7 DE MARÇO DE 2009 - 16 HORAS

 

 

Porque somos cada vez mais a acreditar que é possível mudar os nossos destinos e os interesses instalados, compareçam, afinal há vida para além do Estevão.

 

publicado por peixebanana às 21:56
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De Anónimo a 8 de Março de 2009 às 23:42
Aqui vai a síntese curricular, Despacho n.º 14 056/2006 do meu amigo “boy”, farto de vergar a mola, ao longo de uma vida de trabalho honesto e competente.

1—Elementos de identificação:
Nome: José Luís Potes Pacheco;
Data de nascimento: 4 de Junho de 1953;
Naturalidade: Viana do Alentejo.
2—Habilitações académicas:
Licenciatura em Sociologia;
Curso de Construtor Civil;
Curso complementar de Electrotecnia;
Curso de formação de Montador Electricista.
3—Enquadramento e percurso profissional:
3.1—Na Direcção Regional da Economia do Alentejo:
2005-2006—técnico superior de 1.a classe. Nomeado, precedendo concurso, por despacho do director regional da Economia do Alentejo de 4 de Maio de 2005;
1998-2005—técnico superior de 2.a classe.Transita para a carreira técnica superior, com efeitos a partir de 2 de Março de 1998;
1983-1998—integrou diversas categorias da carreira técnico-profissional;

3.2— Na Câmara Municipal de Évora:
1982-1983—fiscal técnico de obras. Nomeado em 1 de Julho de 1982;
1981-1982—fiscal de obras de 3.a classe. Nomeado em 9 de Fevereiro de 1981;

3.3—Na empresa pública Fábrica de Óleos e Rações de Évora:
1978-1981—preparador de trabalho;
1974-1977—electricista de manutenção industrial.

4—Habilitações profissionais mais relevantes:

4.1—Na Direcção Regional da Economia do Alentejo:
4.1.1—No domínio do comércio, turismo e dinamização empresarial (1999-2006):
Análise de processos de turismo no espaço rural, relativamente a pedidos de informação prévia, licenciamento e vistoria, bem como a apreciação de reclamações dos utentes desses empreendimentos.
Elaboração das respectivas informações para decisão superior;
Pareceres técnicos sobre propostas de alteração legislativa e regulamentar no domínio do turismo;
Apoio diversificado aos serviços do turismo e do comércio, competência da Direcção de Serviços do Turismo;
Divulgação da legislação do sector do comércio e do turismo e das respectivas medidas inscritas no quadro comunitário de apoio;
Participação em reuniões periódicas de trabalho com as outras direcções regionais da Economia;
Participação em reuniões de trabalho com as regiões de turismo da região do Alentejo;
Colaboração na divulgação do PROCOM (Programa de Apoio à Modernização do Comércio), destacando: reuniões de trabalho na Secretaria-Geral do Comércio e reuniões de trabalho com associações comerciais da região do Alentejo;
Técnico de atendimento do Gabinete do Investidor da Direcção Regional da Economia do Alentejo, no âmbito do Programa de Incentivos à Modernização da Economia—PRIME, de Outubro de 2002 até Junho de 2004, cumulativamente com as actividades anteriormente descritas, exercidas na Direcção de Serviços do Turismo;

4.1.2—Qualidade (1983-1999):
Participação em reuniões da Comissão Técnica de Normalização de Metrologia, CT-62: subcomissão 03 «Contadores de água”; subcomissão 01 «Instrumentos de pesagem”;
Elaboração de pareceres, tendo como objectivo contribuir para as alterações institucionais e regulamentares na área da metrologia;
Responsável técnico pelas obras de reestruturação do laboratório de pesagem, por nomeação do director regional em 27 de Agosto de 1986;
Monitor do estágio profissional de aferidores de pesos e medidas em 1986, após realização de curso por estes, no Instituto Português da Qualidade;
Estudo e adaptação de métodos e processos, nomeadamente nos domínios metrológicos do volume e da massa, com o objectivo da elaboração de procedimentos operativos, incluindo análise de incertezas;
Implementação de métodos estatísticos e execução dos respectivos ensaios respeitantes ao controlo das quantidades de produtos pré--embalados e à determinação das incertezas de medição;
Colaboração, ao nível técnico e operacional dos diversos domínios metrológicos, no desenvolvimento do sistema de qualidade do laboratório, em termos da integração de procedimentos e de metodologias, bem como no enquadramento da actividade metrológica na melhoria da envolvente organizacional global da Direcção de Serviços da Qualidade;

4.1.3—Diversas:
Monitor da cadeira de Projecções Demográficas, do 8.o semestre, e apoio na docência do seminário sobre análise de dados em Sociologia, do 9.o semestre do curso de licenciatura em Sociologia da Universidade de Évora, no ano lectivo de 1991-1992.

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É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.

 

Clarice Lispector

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Alucinações

 
Um polícia reformado imagina que uma criança inglesa morreu num trágico acidente e que o corpo foi congelado ou conservado no frio pelos pais e amigos.

Um político socialista imaginou que era possível combater a corrupção neste sítio cada vez mais mal frequentado, apresentou um pacote de medidas e ficou muito desiludido quando o seu partido o atirou para o lixo e aprovou um conjunto de diplomas que vai deixar tudo como antes, o quartel-general em Abrantes. O mesmo político imagina, agora, que a corrupção está mais elevada do que nunca e fica triste porque ninguém lhe liga nenhuma.

A líder do maior partido da Oposição imagina que é possível chegar ao poder sem andar por aí em festas folclóricas, em espectáculos medíocres e chega ao ponto de dizer que vai tentar falar verdade sobre os problemas do sítio e que não se pronuncia sobre assuntos que não conhece.

Um ministro deste Governo socialista imagina-se como director comercial de uma multinacional e salta de contente sempre que assina um contrato com uma empresa qualquer. O mesmo governante imagina um dia que a crise económica, financeira e social já passou e no outro imagina que o que aí vem vai ser bem pior.

Um primeiro-ministro que os indígenas elegeram em 2005 com maioria absoluta imagina que vive num sítio maravilhoso, com uma economia pujante, com um nível de vida extraordinário, com cidadãos altamente qualificados e até imagina que Angola tem um governo fabuloso, digno dos maiores elogios, que a Líbia é dirigida por um ser normal, democrático, que até escreveu em tempos um livro que só por acaso não ganhou o Nobel da Literatura e que a Venezuela tem um presidente civilizado, com os alqueires todos no sítio e que merece ser recebido várias vezes em poucos meses com gestos de grande carinho e amizade.

Um Presidente da República imagina que os seus silêncios são mais importantes do que as suas palavras e imagina que quando discursa alguém o ouve verdadeiramente com atenção. Imagina que quando fala na necessidade de se combater a corrupção ou atacar a sério os problemas da Justiça e da Educação alguém o leva verdadeiramente a sério e vai a correr preparar mais uns diplomas para indígena ver.

A alucinação, como se vê, veio para ficar. Está a tornar-se numa pandemia. Em vez de dinheiros da Europa, o sítio precisa urgentemente de uma enorme equipa de psiquiatras que o cure da doença enquanto há tempo e esperança de cura.

António Ribeiro Ferreira
[in Correio da Manhã, 28.07.2008]

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