Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Humor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por peixebanana às 22:16
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3 comentários:
De Anónimo a 12 de Julho de 2008 às 02:11
Que belo bovino,
mas se todos observarmos ainda melhor, o animal aparenta estar muito bem tratado, rodeado por idílica paisagem, desfrutada em plenitude, em tudo semelhante aos postais ilustrados dos campos Suíços, sempre de relvado aparado em que os animais mais parecem figurantes para turista ver.
Está separado da restante manada, sozinho, aparentemente feliz da vida, mas tão convencido do seu poder físico e êxitos passados que nem sequer liga importância à vedação quase intransponível que o cerca.
Este belo animal só pode tratar-se de um maduro touro, até porque apresenta, um cachaço poderoso, algum desgaste nos destes incisivos e por isso desde há muito tempo que ultrapassou a idade de novilho. A confiança que demonstra perante a objectiva do fotógrafo, indicia que o touro está familiarizado com o local, só possível para quem, desde bezerro, pisa aqueles terrenos.
Perante esta “exaustiva” observação só pode trata-se dum touro de lançamento.
Até porque se pensarmos bem, não há nenhum lavrador que mantenha um animal de tanto alimento, apenas como bicho de estimação, por mais generosa que seja a política agrícola comum. Um semental desta envergadura só pode subsistir enquanto servir o patrão e consequentemente tiver capacidade para transmitir os seus genes aos novilhos paridos.
Trata-se afinal de um reprodutor de carne que será mantido enquanto não esgotar as suas faculdades reprodutoras.
Mas o lavrador já começou a atestar que os lançamentos, do seu belo touro, estão cada vez mais a falhar e, com isso toda a sua pecuária poderá inevitavelmente ficar arruinada.
Primeiro cenário: decide intervir pela calada da noite, coloca-lhe o arganel no nariz e com facilidade arrasta a futura carcaça para o matadouro, onde esta será vendida a um preço por quilograma inferior ao valor da carne de um jovem e tenro novilho.
O cenário também pode ser outro: o dono ainda acredita que é possível valorizar o seu investimento, pois o touro mantendo o porte atlético digno de admiração, conjugado com aquele belo olhar e sugadora e gulosa boca, ao levá-lo para outra terra, feira ou exposição, onde ninguém o conhece, pode vendê-lo por bom preço a algum incauto camponês.

Mas uma coisa é intransponível para o sucesso da sua pecuária, terá que adquirir um semental preferencialmente mais jovem, coisa que não o tem preocupado face ao excesso de oferta.

A dúvida é saber qual dos novilhos que tem observado no mercado reunirá as melhores condições para ser aceite pela manada, porque quanto à gestão da exploração agrícola será ele que continuará a ditar o seu destino.
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Que belo bovino, <BR>mas se todos observarmos ainda melhor, o animal aparenta estar muito bem tratado, rodeado por idílica paisagem, desfrutada em plenitude, em tudo semelhante aos postais ilustrados dos campos Suíços, sempre de relvado aparado em que os animais mais parecem figurantes para turista ver. <BR>Está separado da restante manada, sozinho, aparentemente feliz da vida, mas tão convencido do seu poder físico e êxitos passados que nem sequer liga importância à vedação quase intransponível que o cerca. <BR>Este belo animal só pode tratar-se de um maduro touro, até porque apresenta, um cachaço poderoso, algum desgaste nos destes incisivos e por isso desde há muito tempo que ultrapassou a idade de novilho. A confiança que demonstra perante a objectiva do fotógrafo, indicia que o touro está familiarizado com o local, só possível para quem, desde bezerro, pisa aqueles terrenos. <BR>Perante esta “exaustiva” observação só pode trata-se dum touro de lançamento. <BR>Até porque se pensarmos bem, não há nenhum lavrador que mantenha um animal de tanto alimento, apenas como bicho de estimação, por mais generosa que seja a política agrícola comum. Um semental desta envergadura só pode subsistir enquanto servir o patrão e consequentemente tiver capacidade para transmitir os seus genes aos novilhos paridos. <BR>Trata-se afinal de um reprodutor de carne que será mantido enquanto não esgotar as suas faculdades reprodutoras. <BR>Mas o lavrador já começou a atestar que os lançamentos, do seu belo touro, estão cada vez mais a falhar e, com isso toda a sua pecuária poderá inevitavelmente ficar arruinada. <BR>Primeiro cenário: decide intervir pela calada da noite, coloca-lhe o arganel no nariz e com facilidade arrasta a futura carcaça para o matadouro, onde esta será vendida a um preço por quilograma inferior ao valor da carne de um jovem e tenro novilho. <BR>O cenário também pode ser outro: o dono ainda acredita que é possível valorizar o seu investimento, pois o touro mantendo o porte atlético digno de admiração, conjugado com aquele belo olhar e sugadora e gulosa boca, ao levá-lo para outra terra, feira ou exposição, onde ninguém o conhece, pode vendê-lo por bom preço a algum incauto camponês. <BR><BR>Mas uma coisa é intransponível para o sucesso da sua pecuária, terá que adquirir um semental preferencialmente mais jovem, coisa que não o tem preocupado face ao excesso de oferta. <BR><BR>A dúvida é saber qual dos novilhos que tem observado no mercado reunirá as melhores condições para ser aceite pela manada, porque quanto à gestão da exploração agrícola será ele que continuará a ditar o seu destino. <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Moural</A> do Monte dos Casões
De Anónimo a 13 de Julho de 2008 às 17:41
No Reino da Contra Informação

Facto
Lóbi da construção civil infiltrado no Partido Comunista e na Câmara Municipal.

Constou
Quando da compra dos terrenos da Fratejo que a quisição do terreno seria paga com a venda do edifício velho à Câmara - dito por alguns dos envolvidos. O negócio corre mal.

Constou
Revisão do Plano Director Municipal será usado para “salvar” o negócio da Fratejo.

Facto
A Câmara Municipal de Viana do Alentejo é investigada pela Policia Judiciária. A Câmara está-se nas tintas para dar contas de tal à população.

Constou
Presidente da Câmara pôs o Diamantino a andar e convidou o arquitecto Pedro para este pôr o lugar à disposição.

Facto
Reunião na sede do PC em Viana na semana passada. João Garcia, o Penetra das Alcáçovas, a mana do Penetra de Viana, o arquitecto Pedro e o famoso Diamantino.

Constou
Luís Miguel para assessor do Estêvão.

Constou
Estêvão para cabeça de lista de Alvito.

Constou
Que afinal são todos amigos uns dos outros e o que é preciso é arranjar uma solução para que todos fiquem bem.

Facto
Nenhumas das pessoas atrás referidas são Comunista.
PS – O facto de alguns terem um cartão a dizer o contrário não é prova de nada!

Contribuinte
De Contribuinte a 13 de Julho de 2008 às 22:00
Facto
O também famoso Luís Miguel também estava na reunião acima referida. Tão amigos que nós somos.

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Clarice Lispector

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Alucinações

 
Um polícia reformado imagina que uma criança inglesa morreu num trágico acidente e que o corpo foi congelado ou conservado no frio pelos pais e amigos.

Um político socialista imaginou que era possível combater a corrupção neste sítio cada vez mais mal frequentado, apresentou um pacote de medidas e ficou muito desiludido quando o seu partido o atirou para o lixo e aprovou um conjunto de diplomas que vai deixar tudo como antes, o quartel-general em Abrantes. O mesmo político imagina, agora, que a corrupção está mais elevada do que nunca e fica triste porque ninguém lhe liga nenhuma.

A líder do maior partido da Oposição imagina que é possível chegar ao poder sem andar por aí em festas folclóricas, em espectáculos medíocres e chega ao ponto de dizer que vai tentar falar verdade sobre os problemas do sítio e que não se pronuncia sobre assuntos que não conhece.

Um ministro deste Governo socialista imagina-se como director comercial de uma multinacional e salta de contente sempre que assina um contrato com uma empresa qualquer. O mesmo governante imagina um dia que a crise económica, financeira e social já passou e no outro imagina que o que aí vem vai ser bem pior.

Um primeiro-ministro que os indígenas elegeram em 2005 com maioria absoluta imagina que vive num sítio maravilhoso, com uma economia pujante, com um nível de vida extraordinário, com cidadãos altamente qualificados e até imagina que Angola tem um governo fabuloso, digno dos maiores elogios, que a Líbia é dirigida por um ser normal, democrático, que até escreveu em tempos um livro que só por acaso não ganhou o Nobel da Literatura e que a Venezuela tem um presidente civilizado, com os alqueires todos no sítio e que merece ser recebido várias vezes em poucos meses com gestos de grande carinho e amizade.

Um Presidente da República imagina que os seus silêncios são mais importantes do que as suas palavras e imagina que quando discursa alguém o ouve verdadeiramente com atenção. Imagina que quando fala na necessidade de se combater a corrupção ou atacar a sério os problemas da Justiça e da Educação alguém o leva verdadeiramente a sério e vai a correr preparar mais uns diplomas para indígena ver.

A alucinação, como se vê, veio para ficar. Está a tornar-se numa pandemia. Em vez de dinheiros da Europa, o sítio precisa urgentemente de uma enorme equipa de psiquiatras que o cure da doença enquanto há tempo e esperança de cura.

António Ribeiro Ferreira
[in Correio da Manhã, 28.07.2008]

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