Sábado, 17 de Maio de 2008

Liderança e gestão em cinco lições

Lição No.1 - Gestão do Conhecimento

Um homem entra no banho enquanto a sua  mulher acaba de sair dele e se enxuga. A campainha da porta toca. Depois de  alguns segundos de discussão para ver quem iria atender, a mulher desiste,  enrola-se na toalha e desce as escadas. Quando abre a porta, vê o vizinho Bob  na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz:
- Dou-lhe  800 € se deixar cair essa toalha.
Depois de pensar por alguns segundos, a  mulher deixa a toalha cair e fica nua.
Bob, então, entrega-lhe os 800 €  prometidos e vai-se embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher  enrola-se novamente na toalha e volta para o
quarto. Quando entra no quarto,  o marido grita do chuveiro:
- Quem era?
- Era o Bob, o vizinho da casa ao  lado - diz ela.
- Óptimo! Deu-te os 800 € que me estava a dever?  

Moral  da história:
Se compartilhares informações a tempo podes evitar  exposições desnecessárias  . 



Lição No.2 - Chefia e Liderança

Dois funcionários e o gerente de uma empresa  saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Esfregam a  lâmpada e de dentro dela sai um génio. O génio diz:
- Só posso conceder  três desejos, por isso, concederei um a cada um de vós.
- Eu primeiro, eu  primeiro - grita um dos funcionários - Queria estar nas
Bahamas a pilotar um  barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!
Puf! E lá se foi.
O outro  funcionário  apressa-se a fazer o seu pedido:
- Quero estar no Havaí  com o amor da minha vida e um provimento interminável
de pinas  coladas!
Puf e lá se foi.
- Agora você - diz o génio para o gerente.
-  Quero que aqueles dois voltem ao escritório logo depois do almoço - diz o  gerente.

Moral da História:
Deixe sempre o  seu chefe falar primeiro.·


Lição Nº 3 - Zona de Conforto

Um corvo está sentado numa árvore o dia  inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
- Posso  sentar-me como tu e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo responde:
-  Claro, por que não?
O coelho senta-se no chão, debaixo da árvore e relaxa. De  repente, uma raposa aparece e come o coelho.·
Moral da  História:
Para ficares sentado sem fazeres nada deves estar sentado bem  no alto.·


Lição Nº 4 -  Motivação

Em África,  todas as manhãs, uma gazela ao acordar, sabe que deve conseguir correr mais  do que o leão se se quiser  manter viva.
Todas as manhãs, o leão acorda  e sabe que deverá correr mais do que a gazelse não quiser morrer de  fome.·
Moral da História:
Pouco importa  se és gazela ou leão, quando o sol nascer deves começar a correr.  



Lição Nº 5 - Criatividade  

Um fazendeiro resolve colher alguns frutos da sua  propriedade. Pega num balde vazio e segue para o pomar. No caminho, ao  passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram as suas terras.
Ao aproximar-se lentamente, observa várias raparigas nuas  banhando-se na lagoa. Quando elas se apercebem da sua presença, nadam  até à parte mais profunda da lagoa e gritam:
- Nós não vamos sair daqui  enquanto não se for embora.
O fazendeiro responde:
- Não vim aqui para  vos espreitar, só vim dar de comer aos jacarés!·
Moral da  História:
É a criatividade que faz a diferença na hora de atingirmos  nossos objectivos.   
 

publicado por peixebanana às 23:21
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É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.

 

Clarice Lispector

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Alucinações

 
Um polícia reformado imagina que uma criança inglesa morreu num trágico acidente e que o corpo foi congelado ou conservado no frio pelos pais e amigos.

Um político socialista imaginou que era possível combater a corrupção neste sítio cada vez mais mal frequentado, apresentou um pacote de medidas e ficou muito desiludido quando o seu partido o atirou para o lixo e aprovou um conjunto de diplomas que vai deixar tudo como antes, o quartel-general em Abrantes. O mesmo político imagina, agora, que a corrupção está mais elevada do que nunca e fica triste porque ninguém lhe liga nenhuma.

A líder do maior partido da Oposição imagina que é possível chegar ao poder sem andar por aí em festas folclóricas, em espectáculos medíocres e chega ao ponto de dizer que vai tentar falar verdade sobre os problemas do sítio e que não se pronuncia sobre assuntos que não conhece.

Um ministro deste Governo socialista imagina-se como director comercial de uma multinacional e salta de contente sempre que assina um contrato com uma empresa qualquer. O mesmo governante imagina um dia que a crise económica, financeira e social já passou e no outro imagina que o que aí vem vai ser bem pior.

Um primeiro-ministro que os indígenas elegeram em 2005 com maioria absoluta imagina que vive num sítio maravilhoso, com uma economia pujante, com um nível de vida extraordinário, com cidadãos altamente qualificados e até imagina que Angola tem um governo fabuloso, digno dos maiores elogios, que a Líbia é dirigida por um ser normal, democrático, que até escreveu em tempos um livro que só por acaso não ganhou o Nobel da Literatura e que a Venezuela tem um presidente civilizado, com os alqueires todos no sítio e que merece ser recebido várias vezes em poucos meses com gestos de grande carinho e amizade.

Um Presidente da República imagina que os seus silêncios são mais importantes do que as suas palavras e imagina que quando discursa alguém o ouve verdadeiramente com atenção. Imagina que quando fala na necessidade de se combater a corrupção ou atacar a sério os problemas da Justiça e da Educação alguém o leva verdadeiramente a sério e vai a correr preparar mais uns diplomas para indígena ver.

A alucinação, como se vê, veio para ficar. Está a tornar-se numa pandemia. Em vez de dinheiros da Europa, o sítio precisa urgentemente de uma enorme equipa de psiquiatras que o cure da doença enquanto há tempo e esperança de cura.

António Ribeiro Ferreira
[in Correio da Manhã, 28.07.2008]

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