Sábado, 11 de Outubro de 2008

Um pedido de desculpas

No dia 8 de Outubro de 2008 este blog publicou um post intitulado “Em Aguiar também há crianças”, que de alguma forma ofendeu particularmente uma mãe que criou e tem criado os seus filhos. Desta forma venho por este meio pedir desculpa por palavras ofensivas á pessoa em particular.

Era intenção chamar a atenção aos serviços responsáveis pela sua colocação que não tiveram em conta alguns critérios importantes para a execução desta tarefa. A responsabilidade do que foi escrito é inteiramente de “Um dia perfeito para os peixes banana” baseado em queixas de pais e corpo docente.

 

Nota: O intuito do post nunca foi a ofensa particular, mas sim o processo de selecção e o que ocorreu em virtude do mesmo. 

publicado por peixebanana às 11:12
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10 comentários:
De José Rocha a 11 de Outubro de 2008 às 13:50
Os grandes homens vêem-se nestas pequenas acções.
Abraço
De anonimo a 11 de Outubro de 2008 às 20:21
pois mas nao foi o que você fez quando postou aquele post das ervas que havia no jardim.
parece-me que tambem houve na altura alguem que ficou bastante ofendido, por isso perdeu uma boa oportunidade de ficar calado.
De peixebanana a 11 de Outubro de 2008 às 21:14
Não sei a que post se refere. Esclareça-me se puder.
De anonimo a 12 de Outubro de 2008 às 11:03
nao é para si, é po sr Rocha.
ele sabe a que me refiro.cumprimentos
De José Rocha a 12 de Outubro de 2008 às 11:45
Muito Obrigado, não é todos os dias que nos tratam por Srº
Então o Senhor acha mesmo que eu devia pedir desculpa por mostrar, o estado em que se encontrava o nosso jardim naquela altura?
A pessoa a que o meu amigo se refere conhece-me muito bem e sabe perfeitamente que tenho grandeza suficiente para pedir desculpa caso seja necessário.
Só mais uma coisa, do que é que tem medo?
Saia do anonimato
Que tenha muita saúde
De anonimo a 12 de Outubro de 2008 às 18:06
e quem é o sr. para me pedir tal coisa, quando o sr. é o proprio que tem feito comentarios anonimos, ou pensa que esta sempre a falar para uma multidao de parvalhões?
la diz o velho ditado"a mania é bem pior que a doença".
De José Rocha a 12 de Outubro de 2008 às 20:44
Não irei perder mais tempo a responder a alguem que o principal objectivo é criar confusão.
Passe bem
De Anónimo a 12 de Outubro de 2008 às 16:56
Assumir em erro é antes demais sinal de humildade. Mas este erro deitou por terra a auto estima de uma pessoa o que de facto é muito grave. A Senhora em questão nunca tratou mal qualquer criança e todo este burburinho se deu porque se soube que a senhora sofria de epilepsia. Doença que como sabemos quando está controlada, não desenvolve os tais ataques dificeis de ver para quem assiste e de exaustão para quem os sofre. Os pais reclamaram e a voz da suposta presidente da associação de pais (não sei se já se realizaram eleições, e se a mesma está formalmente constituida) fez chegar à câmara a indignacão dos pais e a urgencia em substituir a senhora. Dª Glória a senhora enquanto funcionária de uma escola gostaria de passar por isto? às vezes seria bem colocarmo-nos no lugar dos outros...
De peixebanana a 12 de Outubro de 2008 às 18:43
Caro/a anonimo/a:

A questão aqui não é se tratou mal ou bem, mas sim se tem condições para representar o lugar que lhe foi atribuido. Como já referi anteriormente, "era intenção chamar a atenção aos serviços responsáveis pela sua colocação que não tiveram em conta alguns critérios importantes para a execução desta tarefa". Não tenho qualquer problema com a senhora e tenho bastante estima por alguns familiares da mesma. Acontece que em virtude da sua colocação, os pais e o corpo docente manifestaram o seu desagrado.

Este desagrado foi passado quase de imediato para a associação de pais (que se encontra legalmente constituida). Muito rapidamente a mesma (associação de pais) fez chegar esta questão á cmva, que por sua vez resolveu a questão da pré escola de Aguiar. Gostaria por este facto de agradecer á "dona Glória" que em deterimento da sua vida pessoal se prestou como sempre presta a resolver este tipo de problemas na nossa comunidade. Para que se conste a dona Glória apenas transmitiu o que os pais e docentes fizeram passar.

Se no acto da sua nomeação para o cargo, a senhora em questão tivesse denunciado que sofria de epilepsia, concerteza não lhe seria atribuido este lugar a tomar conta de 30 crianças em horário de prolongamento sózinha.
No acto da decisão, pesaria também o facto de não ter concluido o curso de auxiliar concerteza.

Com isto não tiro os méritos á senhora, haverá de certeza uma profissão que a mesma possa e deva exercer.
De anonimo a 13 de Outubro de 2008 às 13:15
concordo inteiramente, com estas palavras do Luis Pedro.
aliás qualquer pessoa com 2 dedos de testa vê e percebe o que foi postado.
o pior cego é o que não ver.

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Um polícia reformado imagina que uma criança inglesa morreu num trágico acidente e que o corpo foi congelado ou conservado no frio pelos pais e amigos.

Um político socialista imaginou que era possível combater a corrupção neste sítio cada vez mais mal frequentado, apresentou um pacote de medidas e ficou muito desiludido quando o seu partido o atirou para o lixo e aprovou um conjunto de diplomas que vai deixar tudo como antes, o quartel-general em Abrantes. O mesmo político imagina, agora, que a corrupção está mais elevada do que nunca e fica triste porque ninguém lhe liga nenhuma.

A líder do maior partido da Oposição imagina que é possível chegar ao poder sem andar por aí em festas folclóricas, em espectáculos medíocres e chega ao ponto de dizer que vai tentar falar verdade sobre os problemas do sítio e que não se pronuncia sobre assuntos que não conhece.

Um ministro deste Governo socialista imagina-se como director comercial de uma multinacional e salta de contente sempre que assina um contrato com uma empresa qualquer. O mesmo governante imagina um dia que a crise económica, financeira e social já passou e no outro imagina que o que aí vem vai ser bem pior.

Um primeiro-ministro que os indígenas elegeram em 2005 com maioria absoluta imagina que vive num sítio maravilhoso, com uma economia pujante, com um nível de vida extraordinário, com cidadãos altamente qualificados e até imagina que Angola tem um governo fabuloso, digno dos maiores elogios, que a Líbia é dirigida por um ser normal, democrático, que até escreveu em tempos um livro que só por acaso não ganhou o Nobel da Literatura e que a Venezuela tem um presidente civilizado, com os alqueires todos no sítio e que merece ser recebido várias vezes em poucos meses com gestos de grande carinho e amizade.

Um Presidente da República imagina que os seus silêncios são mais importantes do que as suas palavras e imagina que quando discursa alguém o ouve verdadeiramente com atenção. Imagina que quando fala na necessidade de se combater a corrupção ou atacar a sério os problemas da Justiça e da Educação alguém o leva verdadeiramente a sério e vai a correr preparar mais uns diplomas para indígena ver.

A alucinação, como se vê, veio para ficar. Está a tornar-se numa pandemia. Em vez de dinheiros da Europa, o sítio precisa urgentemente de uma enorme equipa de psiquiatras que o cure da doença enquanto há tempo e esperança de cura.

António Ribeiro Ferreira
[in Correio da Manhã, 28.07.2008]

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